Você já ouviu falar emaltseason? Para muita gente que investe em criptoativos, esse é um dos momentos mais empolgantes do mercado.É quando as altcoins — todas as criptomoedas que não são obitcoin— começam a registrar valorizações expressivas, superando até mesmo o BTC em performance. Mas afinal, o que desencadeia uma altseason? Estamos perto de viver uma em 2025? Neste artigo, vamos explicar como esse movimento acontece, quais sinais vale observar, os riscos que vêm junto e como se posicionar de forma mais estratégica. Spoiler: é mais simples do que parece e você não precisa ser um especialista para aproveitar as oportunidades.

O que é altseason e por que ela importa para quem investe em criptoativos?
Aaltseason— abreviação dealtcoin season— é o nome dado a um ciclo de mercado em que asaltcoins, ou seja,todas as criptomoedas que não são obitcoin, passam por uma fase devalorização intensa. Moedas comoether,SOL,ADA,AVAX,POL,LINK, entre outras, começam a registrar altas significativas, muitas vezes superando o desempenho do próprio BTC em termos percentuais.
Esse movimento geralmente ocorre quando o mercado como um todo está em clima deotimismo. É comum que a altseason comeceapós obitcointer passado por um forte rali de alta, ou quando o BTC entra em uma fase deconsolidação com preços mais estáveis. Com o bitcoin menos volátil, muitos investidores passam a buscarretornos mais agressivosem ativos menores, que ainda estão "destravando valor".
Mas por que isso importa para quem investe em criptoativos?Porque a altseason representa umajanela estratégica de oportunidades, especialmente para perfismoderados ou sofisticadosque já têm alguma familiaridade com o mercado e buscamdiversificação de portfólio. Durante esses períodos, é comum veraltcoins subindo 100%, 300% ou até maisem poucas semanas — algo que, apesar de arriscado, pode gerar ganhos expressivos quando feito com planejamento.
Além disso, esse ciclo também costuma trazer à tonanovas narrativas, tecnologias e protocolosque capturam o interesse do mercado. A altseason pode funcionar como um termômetro do que está ganhando tração no ecossistema cripto, ajudando investidores a identificar tendências que podem se consolidar nos meses seguintes.
Entender o que é altseason não é só entender uma fase de alta — é também saberquando o mercado está mais aberto à inovaçãoe comotirar proveito disso com estratégia e atenção aos sinais certos.
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Quais são os sinais clássicos que precedem uma altseason?
Antes de uma altseason — o período em que altcoins se destacam com altas expressivas — alguns padrões de comportamento do mercado tendem a se repetir.Esses sinais funcionam como alertas para quem está de olho em oportunidades fora dobitcoin.Veja os principais abaixo:
Um dos indicativos mais observados é aqueda no domínio do bitcoin(BTC dominance). Esse indicador mostra qual percentual do valor total do mercado de criptoativos está concentrado nobitcoin. Quando essa dominância começa a cair, geralmente significa queos investidores estão diversificando para altcoinsem busca de retornos maiores. É um movimento comum após períodos em que o BTC já entregou grandes valorizações.
Outro ponto importante é aestabilização — ou leve queda — nopreço do bitcoinapós um ciclo de alta. Quando o BTC deixa de subir de forma agressiva e entra em uma fase de lateralização, muitos investidores passam a buscar alternativas com mais potencial de valorização, especialmente entre as altcoins de médio e pequeno porte. Esse comportamento é um clássico nas transições entre ciclos de valorização.
Além disso, oaumento novolume de negociaçãodas altcoinscostuma ser um forte sinal de que o mercado está mudando o foco. Ferramentas como aCoinMarketCap, CoinGecko e Glassnodepermitem acompanhar essas movimentações de forma clara e objetiva. Um crescimento sustentado no volume de determinadas categorias de altcoins pode indicar que o interesse está migrando de forma consistente.
Por fim, é comum que algumasnarrativas setoriais comecem a ganhar tração. Em ciclos anteriores, altcoins ligadas ao setor definanças descentralizadas (,Web3,inteligência artificial, tokens lastreados em ativos do mundo real(e até mesmo memecoins foram os motores de novas altas. Quando esses temas passam a dominar o noticiário e gerar engajamento nas redes sociais e fóruns, eles ajudam a impulsionar grupos inteiros de altcoins — mesmo aquelas que antes estavam fora do radar.
Quais indicadores on-chain e de mercado ajudam a prever uma altseason?
Investidores mais atentos costumam observar alguns dados específicos, que indicam se o mercado está se preparando para uma possívelaltseason:
Fluxo de entrada em plataformas: aumento de altcoins sendo depositadas pode indicar intenção de venda, o que pode antecipar correções.
Endereços ativos diários: um crescimento no número de carteiras usando determinado protocolo pode sinalizar mais adesão e interesse.
Token Velocity: mostra com que frequência um ativo está mudando de mãos; pode indicar alta especulação.
Funding rates em futuros de altcoins: valores muito altos sugerem excesso de otimismo e, possivelmente, uma reversão em breve.
Quais narrativas podem impulsionar a altseason de 2025?
As narrativas são como os “temas da vez” no mercado: direcionam a atenção dos investidores, atraem liquidez e influenciam diretamente a valorização de determinados criptoativos. Em um cenário de altseason, essas histórias ganham ainda mais força, ajudando a explicar por que algumas altcoins disparam enquanto outras ficam para trás. Em 2025, algumasnarrativas já estão se desenhando como fortes candidatas a puxar uma nova onda de valorização.
Uma das principais iniciativas são osRWAs (Real World Assets)— projetos que trazem ativos do mundo físico para dentro do blockchain, como imóveis, títulos de dívida pública ou commodities tokenizadas. Essa ponte entre finanças tradicionais e cripto cria novas formas de acesso a ativos antes inacessíveis para boa parte das pessoas. A expectativa é que, com maior regulamentação e infraestrutura, esses tokens ganhem tração no mercado.
Outro ponto de destaque são ascamadas 2 daEthereum, comoArbitrumeOptimism. Essas soluções ajudam a escalar a rede Ethereum, tornando transações mais rápidas e baratas — uma necessidade básica para que o uso massivo do blockchain se torne viável. Em momentos de altseason, ativos ligados a essas soluções tendem a se beneficiar do aumento na atividade da rede.
Também vale acompanhar a ascensão de tokens ligados àinfraestrutura da Web3, especialmente os que oferecem soluções de identidade digital, armazenamento descentralizado einteligência artificial integrada ao blockchain. Esses projetos ajudam a tornar a Web3 mais funcional e segura para o usuário comum, o que pode atrair um público mais amplo e dar impulso ao preço desses tokens.
Já dentro do universo das finanças descentralizadas, a narrativa doDeFi: Renascençadeve ganhar força. São protocolos que evoluíram a partir das lições do último ciclo, oferecendomais segurança, retornos sob demanda e modelos mais sustentáveisde liquidez. Eles atendem melhor ao investidor moderado ou sofisticado, que busca retorno com um risco calculado.
Por fim, até mesmo osmemecoins— antes vistos apenas como ativos especulativos — podem entrar nessa nova altseason com um papel diferente. Projetos como dogecoin ou shiba inu vêm ganhando utilidades reais dentro de seus ecossistemas, seja como meio de pagamento, seja como parte de programas de fidelidade, NFTs ou até integrações com jogos e plataformas sociais.
Em resumo, narrativas bem construídas geram interesse, movimentam o mercado e têm o poder de transformar projetos promissores em protagonistas de uma altseason.Ficar de olho nelas pode fazer toda a diferença na hora de decidir onde e quando se posicionar.
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Como o comportamento do investidor influencia o ciclo de altseason?
O mercado é movido por comportamento. Em momentos de otimismo, é comum que investidores com perfil moderado ou sofisticado aceitem mais risco, buscando altcoins com maior potencial de ganho.
Além disso:
Redes sociais e influenciadoresaceleram o movimento especulativo.
OFOMO (medo de ficar de fora)é real e tende a aumentar conforme os preços sobem.
Novos entrantescomeçam a comprar altcoins sem conhecer o projeto, apenas pelo "hype", o que pode indicar topos.
Esse comportamento coletivo cria um ciclo de alta que se autoalimenta, mas também exige cautela.
Quais os riscos e armadilhas mais comuns durante uma altseason?
A empolgação pode ser um problema. Por isso, alguns riscos precisam ser considerados:
Pump and dump: grupos que inflam o preço de um ativo para depois vender tudo, deixando os novatos no prejuízo.
Altas desconectadas dos fundamentos: quando o preço sobe, mas o projeto não entrega nada novo.
Excesso de alavancagem: pode amplificar as perdas em momentos de correção.
Liquidez limitada: alguns ativos sobem rápido, mas caem mais ainda quando há pouca gente negociando.
Não é sobre evitar altseason, mas sim entender que ela vem com oportunidades e riscos. Planejamento é essencial.
Como se posicionar estrategicamente para uma possível altseason?
Uma altseason pode trazer oportunidades interessantes — mas também exige atenção e preparo.A melhor forma de se posicionar depende do seuperfil de investidorou seja, da sua tolerância ao risco e dos seus objetivos com os criptoativos. Veja como diferentes perfis podem atuar estrategicamente nesse cenário:
Comoinvestidor conservador se oseu foco é proteção de capital e menos exposição à volatilidade,o ideal é manter uma alocação menor em altcoins, priorizando ativos com fundamentos consolidados. Oether, por exemplo, costuma ser a escolha mais natural, principalmente por estar no centro do ecossistema da Ethereum — rede que ainda lidera em inovação e uso. Também é possível considerar altcoins de infraestrutura robusta, com histórico de adoção e desenvolvedores ativos. Aqui, o foco é mais emqualidade do que em quantidade.
Com um pouco mais de apetite a risco, operfil moderadopode ir além das líderes de mercado. Uma estratégia interessante édiversificar entre setores que estejam em ascensão ou com boas perspectivas para o próximo ciclo, comoinfraestrutura Web3, finanças descentralizadas (DeFi)e atéativos do tipo Real World Assets (RWAs)— que conectam o mundo tradicional aos criptoativos.A diversificação pode suavizar riscos individuaise ajudar a capturar movimentos de valorização em diferentes frentes.
Neste caso, oinvestidor sofisticadojá possui familiaridade com o mercado e ferramentas de gestão.A entrada escalonada — aos poucos e em diferentes momentos — pode ajudar a otimizar o preço médio de compra. Além disso,rebalanceamentos periódicos da carteirapermitem realizar lucros e proteger ganhos acumulados. Muitos também recorrem a indicadores técnicos, análise de sentimento eferramentas on-chainpara apoiar decisões. Importante lembrar:saber sair também faz parte de uma boa estratégia.
Independentemente da sua estratégia,acompanhar as principais narrativas e tendências do mercado é essencial. Isso ajuda a entender por que certos ativos começam a se destacar e se faz sentido ajustar sua carteira. Outra boa prática érealizar lucros de forma parcial ao longo do caminho, garantindo que parte dos ganhos se concretize — sem precisar acertar o topo. E, claro, manter a exposição dentro do seu nível de conforto: omercado de criptoativospode ser rápido, mas a pressa raramente é aliada de uma boa decisão.
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Estamos perto de uma nova altseason em 2025?
Emmaio de 2025, o mercado começa a mostrar sinais que lembram os primeiros passos de outras altseasons do passado. Ainda que seja cedo para confirmar o início de um novo ciclo de valorização das altcoins, alguns indicadores chamam atenção de quem acompanha o setor de perto.
O primeiro ponto é que obitcoinparece entrar em uma zona de consolidação, depois de um rali expressivo no primeiro semestre do ano. Isso é relevante porque, historicamente, os momentos em que o BTC perde força (sem necessariamente cair) abrem espaço para que os investidores busquemretornos maiores em ativos alternativos, ou seja, as altcoins.
Além disso, já é possível observar umaqueda gradual no domínio demercado do BTC, o que indica que outras criptomoedas estão começando a ganhar protagonismo. Esse movimento costuma ser um dos gatilhos clássicos para uma altseason, já que reflete umadiversificação do capital no ecossistema cripto.
No campo das narrativas, vemos algumas tendências ganhando força rapidamente: osReal World Assets (RWAs)seguem se consolidando como ponte entre o universo tradicional e o digital; ainteligência artificial descentralizadaestá em alta com projetos que combinam IA com blockchain; e umnovo ciclo de inovação nas finanças descentralizadas (DeFi)também tem gerado expectativas positivas — principalmente após atualizações em protocolos eaumento na liquidezde algumas redes.
Do ponto de vista on-chain, os dados também reforçam essa percepção.Redes comoArbitrumeSolanamostram aumento no número de transações, usuários ativos e volume total bloqueado (TVL). Esses são sinais de que há mais atividade real acontecendo, e não apenas especulação de curto prazo.
Mesmo sem uma confirmação oficial de que estamos no início de uma altseason, este é o tipo de contexto em queinvestidores bem informados conseguem se antecipar com mais segurança. Monitorar esses sinais pode ser a diferença entre entrar cedo em tendências ou só reagir depois que boa parte da valorização já aconteceu.
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